O amor pelo filho é incondicional.

O papa Francisco pediu aos pais que não condenem, mas apoiem seus filhos caso estes se declarem homossexuais. O pontífice teceu o comentário nesta quarta-feira (26/01), em seu mais recente gesto em direção à comunidade LGBTQ, que há muito é marginalizada pela hierarquia católica.

“Pais que veem orientações sexuais diferentes nos filhos, lidem com isso e acompanhem os filhos, e não se escondam no comportamento de condenação”, disse o pontífice. “(…) a esses pais, eu digo que não se espantem (…) nunca devem condenar um filho”.

Ele falou de improviso durante sua audiência geral semanal de quarta-feira dedicada à figura de São José, o pai de Jesus. O papa Francisco disse que estava pensando em particular nos pais que são confrontados com situações “tristes” na vida de seus filhos.

Entre as situações, o pontífice citou pais que têm que lidar com crianças doentes, presas ou que morreram em acidentes de carro, mas acrescentou “os pais que veem diferentes orientações sexuais em seus filhos e como lidar com isso, como acompanhar seus filhos e não se esconder atrás de uma atitude de condenação”.

“Nunca condene uma criança”

O papa Francisco afirmou em outra ocasião que os homossexuais têm o direito de serem aceitos por suas famílias como filhos e irmãos.

Ele também já disse que, embora a Igreja não possa aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a instituição pode apoiar leis de união civil destinadas a dar aos parceiros gays direitos conjuntos nas áreas de pensões e saúde e em questões de herança.

“Quem sou eu para julgar?”

O ensinamento oficial da Igreja Católica exige que gays e lésbicas sejam respeitados e amados, mas considera a atividade homossexual “intrinsicamente desordenada” – em outras palavras: atos homossexuais são pecaminosos, tendências homossexuais não são.

O papa Francisco, no entanto, tem procurado tornar a Igreja mais acolhedora para os homossexuais, mas notoriamente com seu comentário de 2013, quando afirmou “quem sou eu para julgar?”.

O pontífice disse que jamais poderia julgar um gay e sinalizou que os católicos devem acolher crianças de casais do mesmo sexo e já recebeu transexuais e defensores do aborto em audiências.

Ele fez vários gestos em direção à comunidade católica gay e seus defensores. Entre eles, o envio de uma carta recente na qual o pontífice parabeniza a freira americana Jeannine Gramick – que chegou a ser sancionada pelo Vaticano – por seus 50 anos de ministérios LGBTQ.

Confiram o vídeo e o pronunciamento dele :

Fonte : DW

Como seria a sua vida se a Ansiedade nao fosse mais um problema 1 - Papa Francisco pede que pais apoiem filhos caso eles sejam gays


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